Alagoas: as praias, por Amanda

Estamos sumidos e nós sabemos disso. E não foi por falta de lugar pra ir, não… Saímos bastante e estamos com vários posts atrasados… Mas vamos começar com a viagem mais recente: Alagoas! Passamos o carnaval por lá, entre Maceió e Paripueira e aí vão as dicas pra vocês!

Conhecemos quatro praias: Gunga, Barra de São Miguel, Paripueira e Sonho Verde. As duas primeiras são do Litoral Norte e as outras, do Sul de Maceió. Todas são deslumbrantes! O mar é azul (mas aposto que o Ricardo vai dizer que é verde. Homens não diferenciam certas cores, hehehehe…), quase sem ondas e de água morna, ou seja, perfeito pra tomar banho! Pra mim, que amo ficar no mar, é perfeito! Quando entro, nem dá vontade de sair! =)

A praia que mais gostei foi a do Gunga. Pra entrar, é preciso passar por dentro de uma propriedade particular, mas não tem nenhum problema. Todo mundo é liberado, sem burocracia… Mas antes de entrar na praia, siga um pouco mais pela estrada e vá até o Mirante do Gunga. A vista de lá é incrível! Antes de subir, minha paisagem favorita era a de Trancoso, vista do Quadrado. Assim que coloquei os pés no Mirante do Gunga, minha opinião mudou e Trancoso virou segundo lugar. Que lugar maravilhoso!!! Dá uma olhada:

Eu, no Mirante do Gunga. Lindo demais!

A Praia do Gunga encontra-se com uma lagoa e você pode escolher entre ficar na parte da praia ou da lagoa. Escolhemos a segunda opção e eu, particularmente, adorei! A água estava uma delícia, morninha e bem calma, ficamos um tempão nadando e boiando. A lagoa é tão calma (e é tão calor!) que alguns grupos montaram suas mesas dentro da água! Nunca tinha visto uma coisas dessas…

Pessoas nas mesas dentro d'água. Refrescante, não?

Enquanto estávamos lá, a maré começou a subir e quase derrubou a nossa mesa (a de algumas pessoas foi literalmente levada pela água). Nessa hora resolvemos ir embora e conhecer a Barra de São Miguel.

Demos só uma passadinha por lá, tanto que nem dá pra avaliar muito bem. Além disso, a maré tava cheia e, geralmente, as praias ficam mais bonitas quando estão mais secas. Quero voltar lá pra avaliar melhor, hehehehehe… Ah! Só não recomendo comer nada frito na Barraca Barra Beer, porque pedimos uma porção de filé mignon que veio com tempero de camarão… Usaram o mesmo óleo pra fritar e… Argh! Se pra mim tava ruim, imagino pro Ricardo, que odeia camarão com todas as suas forças…

No outro dia fomos para Paripueira, que é a cidade mais próxima do condomínio onde ficamos. Foi lá que pulamos carnaval no bloco mais famoso da cidade, o “Só vai quem chupa” (assunto pra outro post), e aproveitamos a praia também, num dia de maré seca. Estava linda, a água quentinha… E a vista de lá também vale a pena, dá pra ver loooonge! A praia termina em mini-falésias (se é que isso existe), bonito demais!

Praia de Paripueira

E pra finalizar, a praia de Sonho Verde, onde ficamos a maior parte dos dias. Eu já a conhecia, mas parecia que não, já que por causa da maré, todo dia ela amanhece diferente. O único problema dessa praia é a grande quantidade de algas que se desprende do mar e deixa a areia “suja”. Até na hora de nadar é incômodo, pq as algas ficam passando pelas nossas pernas e se enroscando. Mas a praia é linda, de qualquer forma. De lá dá pra ver a praia de Tabuba, que é separada de Sonho Verde por um rio, que só dá pra atravessar na maré seca.

Aliás, na maré seca nos divertimos bastante por lá. Fomos a pé até bem longe, olhar os ouriços e peixes que ficam presos nas lagoinhas naturais que se formam. Até ficamos um tempo dentro em uma delas, bem rasinha, de água bem quente. Foi uma delícia! Bem terapêutico…

Praia de Sonho Verde, com a maré baixa.

Enfim, só tenho elogios às praias de Alagoas. Recomendo muitíssimo! E na primeira oportunidade, estaremos de volta, com certeza! Pra conhecer outras praias e fazer os passeios tradicionais, como por exemplo, visitar as piscinas naturais. Dessa vez, não deu, foi tudo muito corrido! Mas ainda assim, valeu a pena e foi maravilhoso!

E logo estamos de volta com os próximos posts! =)

Alagoas: as praias, por Ricardo

Na Via Anchieta, município de São Bernardo do Campo, sentido São Paulo, na entrada para Santo André, Dutra etc, há um outdoor com uma foto da Barra de São Miguel, em Alagoas. E foi exatamente nesta imagem que pensei quando fechamos nossa viagem para este carnaval. Eu desejei conhecer aquela praia da foto.

E isso aconteceu logo no sábado, quando também conhecemos a praia do Gunga. Dois lugares simplesmente fantásticos e imperdíveis.

Barra de São Miguel

Como disse a Amanda, a vista do mirante que há no Gunga é maravilhosa e merece ser apreciada com calma. A água – VERDE – é quente e se você optar pelo lado de dentro da barra (a praia do Gunga fica exatamente em frente à Barra de São Miguel, sentir-se-á (olha a erudição…) banhando-se em uma lagoa – poucas ondas e muitos barcos e jets.

A infra do lugar também é curiosa: para chegar ao local é preciso, como já explicado, passar por dentro (e “pedir autorização”) de uma fazenda de cocos. Mas, quando se chega na praia, há um verdadeiro comércio: barracas de comes e bebes, de doces, lembrancinhas, palco pra show e música pra todo lado (sobre isso, escreveremos um texto específico, pois vale a pena explicar).

E os preços – pasmem – são absolutamente honestos. Paga-se pouco por um côco verde (lógico, é tirar da coqueiro e servir, não tem custo de transporte), mas também pela cerveja, refris e outros. As comidas é que não são tão baratas assim, mas, você não fica esfolado como em muitos lugares aqui de Sampa, sobre os quais já escrevemos.

E você pode consumir tudo isso em mesas na areia ou até dentro d’água – VERDE. Uma mordomia que só.

Praia do Gunga

Praia do Gunga

Tanto na ida quanto na volta, algumas peculiaridades difíceis de serem explicadas. Várias praias da orla da Maceió são praticamente desertas, embora lindíssimas. Algumas, até é possível entender, pois nelas construíram emissários de esgoto, terminas de produtos químicos etc. Não sei se também pelo fato de o bairro ser mais central e, nota-se, habitado por pessoas de baixo poder aquisitivo. O fato é que apenas os surfistas se aventuram a pegar ondas por lá.

Mas são lindas, muito lindas. Talvez até por serem bem desertas.

Pela orla mais urbanizada (Pajuçara, por exemplo), ocorre que existem muitos corais, arrecifes e faixa de areia pequena, o que também pode explicar a baixa freqüência.

Uma que me chamou a atenção foi a praia de Cruz das Almas, cujo nome deve afugentar turistas, mas que também é linda.

Como ficamos em Paripueira, uma pequena cidade ao norte de Maceió, não estivemos nessas mais centrais (aquelas outras, Gunga e Barra de São Miguel, ficam em Marechal Deodoro, cidade que foi a primeira capital de Alagoas e onde também fica a praia do Francês, na qual também não conseguimos ir). Ah! No Gunga e na Barra, o mar era azul, rs.

Na praia Sonho Verde, onde mais ficamos, e também na de Paripueira, a beleza também é o forte. E impressiona por causa da variação das marés. Coisa de centenas de metros que deixa à mostra corais, pedras (arrecifes, ô meu) e uma fauna e flora marinhas riquíssimas.

Praia de Sonho Verde, com a maré baixa. Quando está cheia, esse mesmo lugar é o mar.

Foi interessante notar, também, a presença das barracas nas praias – a impressão é que os alagoanos só vão à praia se houver uma barraca por lá, já que todos se concentram nas suas proximidades, ao contrário das praias aqui do sul. Comportamentos regionais que eu gosto de analisar.

Mas, sou obrigado a concordar: contemplar o mar – VERDE – sentado, com opção de uma sombra sempre que quiser, tomando umas e beliscando umas castanhas, é um privilégio. Conforto, mordomia, chamem do que quiser. É bão dimais da conta.

Fiquei muito bem impressionado com Maceió. Desde o aeroporto Zumbi dos Palmares (novíssimo), é uma cidade é simpática e, pelo que pudemos ver, há muita opção de bares, restaurantes e uma interessante vida noturna.

E como faz calor…soube que chuveiro elétrico não é um item obrigatório em muitas casas – como a que ficamos em Paripueira – por ser absolutamente desnecessário. Tomamos banho “frio” todos os dias e isso foi muito bom.

Totalmente recomendável!!!

Lyra Latina, por Amanda

Eeeeeeeee! Primeiro post do ano!!! Inicialmente, feliz 2010 a todos os leitores e visitantes do Lazer por Dois! Tudo de bom pra vocês neste ano que começou! =)

Nosso ano começou agitado! Logo no dia 03 de janeiro já estávamos na salsa! Domingo estava um dia lindo, de muito sol, perfeito pra passear muito. E lá fomos nós para o Sesc Vila Mariana, para assistir ao show da banda Lyra Latina. Não os conhecia antes, mas como são uma banda de salsa e afins, topei na hora.

Lyra Latina

Lyra Latina

E o show foi ótimo! Eles começaram com uma sequência de salsas mais rápidas e bem dançantes. Muita gente levantou pra dançar!  Depois eles partiram para o cha-cha-cha, foram duas músicas deste estilo. Eram mais calmas, pro povo diminuir um pouco o ritmo e curtir um pouco mais o instrumental da banda.

Aliás, os músicos merecem muito destaque! Todos muito bons! Em especial o tecladista, que é sempre o que eu reparo mais, hehehehe… Como a banda não tem guitarra, a harmonia é toda feita nos teclados e, além disso, as músicas tinham vários solos, o que deu bastante destaque para o músico e sua habilidade com o instrumento. Pena que não lembro o nome dele… Merece muito meus parabéns!

O show foi curto, cerca de uma hora. Depois do cha-cha-cha foram só mais duas ou três salsa e acabou! Uma pena, porque estava muito animado! E também porque dançamos só duas salsas! Eu queria mais! Humpf!

Enfim, nesse mês acontecerão vários shows de salsa ainda, inclusive do Lyra latina pra quem ficou com vontade de assistir. Vamos dançar muuuuuito! No Sesc Vila Mariana, todos os domingos de janeiro serão latinos! E no Sesc Santo André haverá duas apresentações da banda Havana Brasil, com direito a aula para os iniciantes antes dos shows. Confira a agenda salseira do mês e apareça! Com certeza você nos encontrará “bailando” por aí! =)

Sesc Vila Mariana

10 e 24 de janeiro – Sonora Caribe

17 e 31 de janeiro – Lyra Latina

Domingos, às 13h30. Grátis! Melhor ainda, né?

Sesc Santo André

15 e 29 de janeiro – Havana Brasil

Sexta-feira, às 21h00. R$4,00 (inteira), R$2,00 (meia-entrada), R$1,00 (matriculados no Sesc).
Antes dos shows, a partir das 19h30, haverá uma aula de ritmos latinos.

Lyra Latina, por Ricardo

A parada inicial previa assistirmos à apresentação do Heartbreakers, uma banda salsera que remonta os 80 e que é muito boa. Mas, houve uma certa confusão de datas, ou de interpretação nossa e, quando chegamos no SESC Vila Mariana, ainda sob a ressaca do ano novo, lá estava a Lyra Latina.

Banda boa; os caras, mesmo que “remendados” (o percussionista era emprestado, como revelou um dos integrantes), mandaram bem e puseram as pessoas pra dançar.

Interessante o perfil da grande maioria do público que acompanhou a apresentação. Gente da melhor idade que fez o que pôde pra sacudir o esqueleto sem se importar em conhecer ou não os passos da salsa e do cha-cha-cha.

Lyra Latina

Lyra Latina

O SESC, aliás, tem várias atrações muito interessantes e a preços mais interessantes ainda. Nessa mesma linha de músicas latinas, durante todo este mês vale a pena consultar a programação e dar uma “chegadinha”.

Nós mesmos vamos voltar para assistir aos Heartbreakers, como era o plano original. Os shows que os Heartbreakers fariam no Sesc Vila Mariana foram cancelados e substituídos pelos da banda Sonora Caribe.

Mas, não poderia fazer este post sem duas observações: uma engraçada, sobre o tecladista da Lyra – muito bom, diga-se, mas que detonava os teclados por causa da força com que apertava as teclas (algumas delas já defeituosas, muito engraçado). E o vocalista, que precisa fazer as pazes com o técnico de som, pois era impossível ouvir o que ele cantava.

Mas, valeu assim mesmo.  Lyra Latina recomendada.

Pastel da cidade de Bertioga, por Ricardo

Eu adoro pastel. Sempre que vou a Santos, tento visitar pelo menos um de dois lugares onde, segundo os meus critérios gastronômicos, servem os melhores pastéis do planeta: o Café Carioca, no centro e o Bar do Toninho, no Embaré.

Devo ser também um dos poucos mortais que, mesmo gostando da iguaria, não é fã dos conhecidíssimos “pastéis do trevo de Bertioga” – um colosso de massa com um tantico de recheio que forma uma massaroca no bucho, com a qual você conversa por horas a fio…

Foto retirada do site oficial

Foto retirada do site oficial

Mas… Pastel é pastel e lá fomos nós conhecer uma “filial” dos pastéis do trevo em Santo André. Lugar bonito, novo, típico dos bares e restaurantes que existem em Maresias ou Camburí, montados por paulistanos que querem abandonar a vida louca da metrópole e capricham na decoração do ambiente, mas se esquecem do fundamental: o atendimento, que, junto do produto (neste caso, os pastéis), são a alma do negócio.

A dificuldade começou no cardápio. Das muitas opções de recheio disponíveis, poucas variações eram permitidas, o que já reduziu bastante as possibilidades de combinações. É a velha história: cria-se a falsa impressão de diversidade, mas, com a preocupação maior de rentabilizar o negócio e facilitar a vida do comerciante, não a do freguês.

Por isso eu e a Amanda dividimos um tradicional, pois tal qual o “original”, esse pastel é enorme (90% massa).

E o atendimento não foi nem de longe satisfatório. Era preciso esperar demais e as garçonetes não estão preparadas para explicar o funcionamento da casa. Precisam a toda hora “verificar” (uma das palavras preferidas do pessoal de telemarketing) se pode se não pode, se tem, se não tem.

Ou seja, mais um lugar que não deixou saudade. Os pastéis são bons, os preços razoáveis, mas, o atendimento…

Pastel da cidade de Bertioga, por Amanda

Antes mesmo de namorar o Ricardo ele já falava sobre os pastéis de Santos. São realmente uma delícia, mas acho que merecem um post só pra eles em um futuro breve. Hoje vou falar só dos Pastéis de Bertioga, especificamente da filial de Santo André.

O local é uma delícia, realmente lembra praia. Ótimo pros dias de (super) calor como hoje. Ficamos na parte interna, bem ventilada e com janelas enormes; do lado de fora, as mesas ficam sob guarda-sóis.

Foto retirada do site oficial

Foto retirada do site oficial

Os problemas começaram quando chegou o cardápio. Fiquei super indecisa sobre qual comer, queria mesmo era inventar meu próprio sabor. Sabe essa coisa comum de tirar um ingrediente, substituir outro, até deixar seu recheio do jeito que você gosta? Era isso que eu queria e eles não faziam. Pois é, você não pode tirar a ervilha ou o ovo de um dos sabores pré-definidos. Chatos!

A alternativa é escolher um pastel simples e ir adicionando ingredientes, cada um deles por um preço. Tem alguns queijos, como catupiry e chedar, ovo, milho, etc. Mas até você deixar do seu jeito, o pastel já está custando os olhos da cara, né?

Bom, como todos os pastéis têm 30 centímetros (o que é demais para meu estômago de passarinho) eu e o Ricardo dividimos um de carne, com catupiry adicional. Pedimos para cortar ao meio e pasmem: eles não cortam!!! Eles têm a cara de pau de dizer: “não cortamos, mas trazemos uma faquinha pra vocês cortarem”.  Jurooooooo! Absurdo total…  (ironia mode on) Realmente, cortar um pastel ao meio é um trabalho muito difícil e eles não podem fazer… (ironia mode off)

Sobre o pastel, estava bastante gorduroso e minha metade estava praticamente sem catupiry. Mas, diferentemente do Ricardo, achei que estava bastante recheado. Pena que era só com carne…

Depois, eu ainda dividi um “canudo kids” (um pastel de 30 cm, mas que tem a espessura de uma tortinha do Mc Donald’s) de chocolate branco e preto com meu irmão. Estava gostoso, mas com pouco recheio.

Concordo com o Ricardo que o que chama mais atenção no lugar é atendimento, que deixa a desejar em todos os aspectos. Este é com certeza o fator decisivo pra pensarmos em voltar ou não. Na verdade, já decidimos: não vale a pena voltar.

Ilha de Stromboli, por Ricardo

A cidade de Santos, sob certos aspectos, é conhecida como um quintal de São Paulo. Um deles diz respeito a pizzarias. Durante muito tempo, excelentes casas foram abertas sem dever nada às boas e melhores da Capital.

Parece que isso mudou um pouco. No final de semana prolongado pelo feriado de 2 de novembro, estávamos em Santos e  resolvemos traçar uma pizza. Fui procurar alguns dos endereços que costumava freqüentar há alguns anos, mas, muitos não existem mais.

A Van Gogh, perto do canal 1 (pra quem conhece) uma das poucas remanescentes, tinha uma fila com mais gente fora, esperando, do que dentro, comendo, o que nos fez desistir e procurar outra opção.

Daí, no caminho de volta para o Embaré, passei pela Ilha de Stromboli, que, quando foi inaugurada, era considerada uma das boas da cidade, tanto que até hoje possui uma filial.

Fachada da Ilha de Stromboli. Foto retirada do site.

Fachada da Ilha de Stromboli. Foto retirada do site.

Se arrependimento matasse…

Não havia fila de espera, chegamos, entramos e sentamos, mas, aí começaram os problemas.

A conservação do lugar deixa a desejar. Tem aquela cara de restaurante de bairro de cidade do interior. A demora no atendimento e a forma pouco gentil do garçon que nos atendeu também foi um indício de que os tempos eram outros – e a qualidade, também.

A cerveja que eu pedi não estava gelada e os copos não estavam exatamente limpos. A pizza até que estava razoável, até o garçon tentar servir um pedaço, cuja massa não era exatamente firme, e deixar todo o recheio cair.

E continuava tentando “raspar” as sobras pra cima da massa e insistir em equilibrar aquilo e levar ao prato. Bom, me irritei e ele foi buscar uma espátula, mas que de pouco adiantou.

Enfim, não foi uma experiência das mais agradáveis, contrastando com o dia de praia e o calor, agradável, que fazia naquela noite.

Fica a dica. Fujam da Ilha de Stromboli, em Santos.

Ilha de Stromboli, por Amanda

A Ilha de Stromboli foi a primeira pizzaria que visitei em Santos. Estava a fim de comer pizza e o Ricardo sugeriu que procurássemos uma das casas tradicionais de Santos, que têm pizzas ótimas! A primeira opção, a Van Gogh, estava com uma mega fila e então partimos para a Ilha de Stromboli.

Eu a achei meio estranha de cara, porque ela parece uma padaria antiga. Nada moderna, com decoração bem simples e mequetrefe.  O Ricardo me tranquilizou dizendo que as melhores pizzarias de lá são assim mesmo. Confiei e lá fomos nós!

Interior da Ilha de Stromboli. Foto retirada do site.

Interior da Ilha de Stromboli. Foto retirada do site.

O cardápio é apetitoso! Escolhemos meia frango com catupiry e meia Stromboli, uma receita da casa (calabresa moída, mussarela, provolone, tomate seco e manjericão). O primeiro pedaço foi servido normalmente, sem grandes problemas. O garçon não era dos mais simpáticos, mas pelo menos estava fazendo o trabalho direito. Até o segundo pedaço…

Ele foi muito estabanado! Não teve cuidado nenhum! Tentou equilibrar o pedaço com um garfo e uma faca e acabou espatifando-o! Todo o recheio caiu, foi péssimo… Depois ele pediu desculpas, foi atencioso e tals. Mas aí já era tarde demais. Afinal, não há segunda chance para se deixar uma boa impressão, né?

Além desse episódio, reparamos que havia falta de cuidado com as outras mesas também. Ou seja, o atendimento é rui MESMO! Não foi azar do cara o meu pedaço de pizza ter se espatifado…

Pena, porque a pizza é gostosa! A massa é bem fininha, o sabor do recheio se sobressai. Mas com certeza, o stress não vale a pena.

2012, por Ricardo

Fui assistir a 2012 já um tanto decepcionado. Explico: quando tomei conhecimento deste assunto, em meados deste ano (me refiro às teorias envolvendo o calendário Maia, segundo o qual o mundo acabaria em 21/12/2012) pensei em não mais pagar minhas dívidas e sair comprando tudo o que tivesse vontade, sem qualquer preocupação em pagar, rs. Mas, antes que fizesse isso já vieram os desmentidos e tal. Pena, né?

Mas, en serio, a expectativa em relação ao filme era para com os efeitos especiais, bastante comentados nas matérias que li à respeito.

E, garanto, o filme não decepciona, muito pelo contrário. Como tampouco tem a preocupação de provar qualquer teoria ou coisa parecida. Apenas conta uma história, inclusive apenas citando o tal calendário Maia em meio aos diálogos – o roteiro, aliás, passa bem longe da América Central.

São 2 horas de bastante aventura e muitos efeitos especiais, claro, sempre com aquelas discussões humanistas e patrióticas que os produtores de Hollywood adoram inserir nos filmes – e que nem sempre ultrapassam os limites da telona, infelizmente.

Foto de divulgação retirada do site oficial do filme

Foto de divulgação retirada do site oficial do filme

O local escolhido foi o Cinemark do Shopping Miramar, em Santos, onde estávamos neste feriado de 20 de novembro prolongado pelo final de semana. E onde também comprovamos o DNA desse exibidor: maus serviços. As mesmas filas e os mesmos preços elevados para a pipoca e o refrigerante.

Mas, pelo menos uma promoção interessante (e compreensível em uma cidade onde o poder aquisitivo não é o mesmo de São Paulo – Capital): quem vai ao Cinemark do Praiamar em Santos não paga estacionamento – eles dão uma franquia de 3 horas, o suficiente pra chegar, assistir ao filme e ir embora.

Isso se o sistema não cair e se as filas deixarem (ok! Era feriado e o shopping estava lotado, não pegue tanto no pé do Cinemark!).

2012, por Amanda

Ricardo querendo “dar um gato” nas contas… Tsc, tsc… Coisa feia!!!

Enfim, em um sábado à tarde de chuva na praia a única opção que nos restou foi o cinema. Eu já estava com vontade de assistir 2012, mas não imaginava que seria em Santos! Bom, paciência, né?

Fiquei impressionada com o shopping PraiaMar. É bem grande, com lojas ótimas! Confesso que tinha aquele preconceito de que Santos é uma cidade pequena, com estilo de interior e que o shopping não seria grande coisa… Mas me surpreendi.

Como era esperado, o cinema estava lotado! Sentamos na segunda fileira, lá na frente. Resultado: dor no pescoço. Não desejo isso a ninguém! Mas apesar do desconforto, aproveitei o filme. Gostei bastante!

Já havia sido alertada que o filme apenas citava a profecia Maia de que o mundo vai acabar em 2010. Fui esperando um filme tipo “Armagedon”, só sobre o fim do mundo mesmo. E assim foi. Mas o pano de fundo para o fim do mundo é que faz com que a história fique boa. Os diálogos que demonstram os diferentes interesses em torno de vagas para as “naves espaciais” que salvarão a humanidade da extinção são muito interessantes. Acho até que vou usar o filme em meu trabalho da pós-graduação, sobre globalização, hehehehe…

Voltando à parte “Armagendon”… Os efeitos especiais são ótimos! Muito bem feitos! E as cenas são super forçadas! O protagonista é praticamente discípulo de James Bond! Vá ao cinema com isso em mente pra não se decepcionar.

Foto de divulgação, retirada do site oficial do filme

Foto de divulgação, retirada do site oficial do filme

Gostei bastante do filme! E recomendo!

Obs. Se você acredita na profecia ou se quer apenas se precaver caso seja verdade,entre no site http://www.instituteforhumancontinuity.org/ e cadastre-se na “loteria pela sobrevivência”. Os sorteados serão os escolhidos para garantir a continuidade da espécie humana após o apocalipse. Por precaução, eu já me inscrevi!

Related Posts with Thumbnails

Estivemos aqui

Z CarniceriaZ CarniceriaZ CarniceriaZ CarniceriaZ CarniceriaZ CarniceriaZ CarniceriaFrutaria São PauloFrutaria São PauloFrutaria São PauloFrutaria São PauloFrutaria São Paulo